Escrito em Coaching, Comunidade, Filosofia
em 14 de janeiro de 2010
Um terremoto que pode ter matado mais de 100 mil pessoas e que provocou uma tragédia no Haiti, matando inclusive a nobre Zilda Arns, chamou a minha atenção novamente para um tema que muito gosto de debater: a morte. É normal sentirmos fraqueza e cansaço com as decepções que a vida nos apresenta, mas até que ponto nos mantemos atados a estes sentimentos para não realizarmos a tarefa essencial que nos cabe realizar. Dentre os mortos na tragédia do Haiti, talvez somente Zilda Arns tivesse realmente executado as tarefas necessárias que fizeram valer sua vida, tendo em vista as suas realizações...