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Marco Zero

audio O que tem dentro do seu coração?

24 de maio de 2011

Ouça este post ou faça download do áudio.Você tem quanto anos? 20? 30? 40? 80? Já parou pra sentir quantas recordações consegue guardar no coração? Lembro-me de quando tinha três anos e peguei minha irmã recém-nascida no colo. Lembro de quando caí a primeira vez de bicicleta. Lembro de quando dei meu primeiro beijo. Lembro de quando consegui meu primeiro emprego, de quando pisei num avião e de quando escalei a primeira montanha. São tantas coisas que guardo no meu coração. São essas primeiras impressões, primeiras paixões, primeiras experiências, que me impulsionam a seguir adiante, conhecer novos lugares, novas pessoas, novas histórias e, é claro, novos corações. O que levamos dentro do nosso coração é o que faz pulsar o [...] Continue lendo »


Os posts mais lidos de 2010

29 de dezembro de 2010

Este ano que se encerra depois de amanhã, foi um ano de muitas alegrias e muitas vitórias. No âmbito profissional, tanto a Noxion como o Insistimento (meus dois principais negócios) cresceram formidavelmente. Em ambos estou conseguindo colocar em prática os meus talentos e criar negócios da maneira como acredito e fora da “caixa”. Consegui neste ano cumprir grandes metas profissionais, mas minhas maiores vitórias foram na vida pessoal. Tenho dois filhos maravilhosos e cultivo um prazer enorme de brincar com eles observando suas pequeninas e ao mesmo tempo grandiosas evoluções. Além dessa alegrias, acredito que a maior tenha sido dominar melhor meus “cavalos” e mergulhar um pouquinho mais no autoconhecimento, enxergando onde podia me melhorar para forjar um caráter mais [...] Continue lendo »


O homem: as viagens

29 de maio de 2010

Carlos Drummond de Andrade O homem, bicho da Terra tão pequeno chateia-se na Terra lugar de muita miséria e pouca diversão, faz um foguete, uma cápsula, um módulo toca para a Lua desce cauteloso na Lua pisa na Lua planta bandeirola na Lua experimenta a Lua coloniza a Lua civiliza a Lua humaniza a Lua. Acompanhe nosso trabalho:


Força empreendedora

14 de abril de 2010

No tocante desse ritmo constante Procurei a mim, alma flamejante Que de torto e direito, Cavalgava por aí em desrespeito. Força, destreza e diplomacia Elementos fugazes de uma combinada melancolia, Onde choros, berros e lamentos internos, Depois de despertos me levaram a ver nos meus infernos A vida que há tempos me corroía. Um passo, um lamento. Uma mão, mais um tormento. Um sorriso, um fruto. Mais um passo, outro surto. Da crise renasci, Como acredito terem renascido outros, E poderem renascer outros mais. Porque enquanto um chora, outro dá a mão. E enquanto um dá a mão, o outro sobe. E se ele sobe, só há uma razão: Fazer de tudo, tudo mesmo, para trazer outros com ele. Força [...] Continue lendo »


Filosofia do mar

10 de abril de 2010

Este é um post curto, mas precisava escrever isto em algum lugar e nada melhor que escrever isso aqui para que, além de compartilhar com você leitor, receber feedbacks e opiniões a respeito de mais esse pensamento filosófico que estou tendo acerca da vida. As ondas são a manifestação do mar. Enquanto ondas, cada uma está individualizada a seu momento. Cada onda nasce, cresce e morre quando chega no ápice da sua manifestação (toca a areia). No centro, o mar é calmo, tranquilo, sem interferências. Quanto mais próximo da “manifestação”, o mar fica mais à mercê dos ventos e dá origens as ondas. As ondas ainda são o mar e o mar está em cada onda. Uma onda nunca pode [...] Continue lendo »


Só sei que nada sou

2 de abril de 2010

Posso cair, posso levantar Posso ir, posso voltar Posso inspirar multidões Como também posso aniquilá-las Posso matar mil leões Como também posso servir-lhes de alimento Posso tudo e nada posso Faço nada e tudo faço Penso que existo e existo porque penso E me acabo por pensar que não sou eu que penso Perco minha personalidade Perco-me no meu tempo Despeço-me de quem eu era Fico sem qualquer sustento Nada serei por mais que tente Pois no fim nada somos Do que pensamos ou nos lamentamos Da pessoa que um dia fomos Só sei que nada sou e se sirvo, é de caderno Para escrever palavras tortas E aprender que a vida é um eterno inverno Com paredes e corredores [...] Continue lendo »


As três perguntas

15 de fevereiro de 2010

Esta pequena história é baseada em um conto de 1903 de um dos maiores romancistas e um dos mais importantes filósofos e reformadores sociais da Rússia, Leon Tolstoi. Uma excelente história para se refletir a respeito dessas três perguntas que abarcam a todos nós. Acompanhe nosso trabalho:


Quando o cansaço bate, o coração valente pulsa

9 de fevereiro de 2010

Quando o cansaço bate, o coração valente pulsa para dar ânimo aos fracos, comida aos famintos e alento aos desesperados. O cansaço, destruindo moinhos, desmoronando pedras e alicerces, enfraquece muros arrebentando-os como ondas de uma ressaca de uma vida mal vivida e planejada. O futuro é, pois, um caos entre o possível e o sonho mal delineado que por privar-se muito da sua alma, do seu coração e de cada gota de sangue que por ele passa, descansa impuro no solo fértil onde novas idéias brotariam. Acompanhe nosso trabalho:


Soneto do Empreendedor: discípulo de si mesmo

3 de fevereiro de 2010

Acorda, arregala os olhos e já pensa em trabalho, Sustentar-se somente já não é seu real sentido. Pois mesmo cansado, se esforça e pisa no assoalho, Carregando consigo o medo que tornou-se seu amigo. Medita, toma café e se debruça na mesa de problemas, Soluções, equações, somas e divisões. Múltiplos da sua criatividade, criam seus teoremas, Donos das suas idéias e das suas criações. Sonhos, controvérsias e leituras desconexas. Fazem dele não só um, mas o um. Que não se dando por vencido, persegue a si mesmo como inimigo. Dia após dia, noite após noite. Discípulo e mestre se unem no mesmo ser. Para retirar da terra com foice, aquilo que faz por merecer. Acompanhe nosso trabalho:


O que me conforta é a morte

23 de janeiro de 2010

O que me traz conforto é essa sensação de quase morte. Esse serviço temporário que fazemos a nós mesmos em busca de aperfeiçoamento que nunca cessa. Se cessasse também que diferença faria? É ilusório, tudo passa. Um parafuso aqui, outro ali. Varrer o chão, colocar comida no prato. Criar uma empresa, tocar uma empresa, falir uma empresa. Processos muito longos que nada mais são que aglutinações de pequenas ações que sugerem nos levar a algum lugar quando o que fazem é nos manter cada vez mais parados. Acompanhe nosso trabalho: